APROVADOS NO PROITEC 2O11 EM CARNAÚBA DOS DANTAS

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Analfabetismo cai a passos lentos


 Cláudia Santa Rosa defende capacitação de professores
O Rio Grande do Norte está entre os cinco estados com maior taxa de analfabetismo do País. Dados do Censo 2010, divulgados ontem, mostram que o Estado avançou nos últimos dez anos - reduzindo em 26,5% a taxa de analfabetismo entre pessoas acima de dez anos - mas ainda não conseguiu sair da lista dos piores em alfabetização. No Brasil, onde 9% das pessoas acima de 10 anos não sabiam ler e escrever em 2010, a taxa caiu 29,6%. Para Aldemir Freire, chefe da unidade potiguar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o dado reflete a falta de investimento na área. Segundo ele, o RN levará, em média, 30 anos para atingir o percentual de analfabetos do País: 9%. "Para isso, precisará alfabetizar as crianças e os idosos", explica Aldemir. Em 2010, 17,4% das pessoas acima de dez anos que residiam no RN não sabiam ler e escrever. O estado fica na frente apenas de Alagoas, Piauí, Paraíba e Maranhão.


O indicador, segundo Cláudia Santa Rosa, diretora do Instituto de Desenvolvimento da Educação (Ide), preocupa. "Nós, que lidamos com Educação, estamos preocupados. Esperamos sempre indicadores melhores. Mas isso não está acontecendo. Até quando comentaremos indicadores que nos expõe de forma negativa?", questiona. Para  reverter a situação, Cláudia Santa Rosa, defende que professores da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental sejam capacitados continuamente e acompanhados. "Não é qualquer professor que pode dar aula para crianças de 6, 7, 8 anos. Alfabetizar não é só encher o quadro", justifica. Para Cláudia, ou o RN capacita o professor ou nunca mudará esta realidade.


Taxa de analfabetismo entre a população de 15 a 24 anos
RN    5,0
Currais Novos    3,5
Parelhas    3,5
Ipueira    3,6
Carnaúba dos Dantas        3,6
Areia Branca    3,7
Riacho de Santana    3,8
Equador    4,0
veja o artigo completo: http://tribunadonorte.com.br/noticia/analfabetismo-cai-a-passos-lentos/203000

domingo, 13 de novembro de 2011

Professora Dapaz Lança o Livro Histórias das fazendas dos Azevedo; Cotidiano e Vida Privada (Carnaúba dos Dantas, Séculos XIX e XX)


imageimage Foi realizado na noite deste sábado (12) na Escola Caetano Dantas, Carnaúba dos Dantas o lançamento do livro da professa agora também escritora Maria Dapaz de Medeiros, intitulado Histórias das fazendas dos Azevedo; Cotidiano e Vida Privada (Carnaúba dos Dantas, Séculos XIX e XX).
O evento foi apresentado e conduzido pela professora Inalva Dantas. A professora Fatoca leu o PREFÁCIO escrito pelo professor, historiador  e escritor HELDER MACEDO que por motivos superiores não pode comparecer ao evento.
Participaram do evento: Populares, colegas de trabalho da escritora, professores e professoras, personalidades do município, representante do Banco do Nordeste e antigos alunos da professora. Discursaram várias pessoas, todas enfocando e velarizando a principal personalidade da noite, a autora.imageimageimageimageimageimageimageimageimageimageimageimage        

terça-feira, 8 de novembro de 2011

HELDER MACEDO FALA SOBRE O LIVRO DA PROFESSORA DAPAZ QUE EM BREVE SERÁ LANÇADO NA TERRA DA MÚSICA


imageO carnaubense escritor, historiador e professor Helder Macedo fala sobre o lançamento do livro da professora Dapaz. Histórias das fazendas dos Azevedo; Cotidiano e Vida Privada (Carnaúba dos Dantas, Séculos XIX e XX)
PREFÁCIO
Nos últimos anos tenho observado o surgimento de um crescente número de estudos acerca da história e da cultura de Carnaúba dos Dantas, município que está localizado no sertão do Seridó do Estado do Rio Grande do Norte. A grande maioria desses trabalhos foi produzida por intelectuais, pesquisadores ou escritores que têm suas raízes fincadas no vale do rio Carnaúba, à sombra do Monte do Galo e gozando da belíssima visão da Serra da Rajada. Tal é o exemplo de Cotidiano e vida privada nas fazendas dos Azevêdo (Carnaúba dos Dantas, sécs. XIX-XX), livro de autoria da historiadora Maria da Paz Medeiros Dantas.
Os naturais e moradores de Carnaúba dos Dantas, infelizmente, ainda desconhecem o inapreciável valor dessa historiadora, que, além de mensageira dos domínios de Clio, é filha de Inácio e Mariinha, irmã de Lúcia de Fátima, esposa de Gonçalves e mãe de Rafael e Taciana. O ainda é proposital, já que a publicação de seu livro, assim espero, irá tornar sua experiência de historiadora mais conhecida. Falo da autora de um lugar bastante privilegiado, já que ela foi minha professora de História no Ensino Médio, em Carnaúba dos Dantas. Superando as expectativas, tornou-se minha mestra e transmitiu-me os primeiros ensinamentos de como se fazer ciência no campo da História, sobretudo orientando-me quanto ao rigor metodológico na pesquisa e na produção de textos.
Foi, para mim, mais que uma professora que copiou anotações exercícios no quadro negro: problematizou temas controversos, instigou a realização de pesquisas, realizou viagens de campo, incluiu os discentes em projetos. Certamente essa não é uma sensação individual, vivida apenas pelo autor destas linhas, considerando que dezenas (arrisco: centenas!) de carnaubenses passaram pelas mãos da professora Maria da Paz, seja no Ensino Fundamental ou mesmo no Ensino Médio.
Essa destreza na prática pedagógica e na pesquisa histórica é fruto da força de vontade dessa carnaubense, que, vencendo dificuldades próprias de uma jovem de cidade pequena, conseguiu chegar ao Ensino Superior. Graduou-se em Estudos Sociais e posteriormente em História nos campi de Currais Novos e Caicó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, respectivamente. Além das duas licenciaturas, anos depois voltou ao Ensino Superior e fez uma pós-graduação lato sensu em História do Nordeste, no mesmo Campus de Caicó. O resultado dessa especialização foi uma pesquisa que culminou na produção e defesa da monografia Desvendando o viver nas fazendas dos Azevêdo (Carnaúba dos Dantas – 1870/1940), sob a orientação da Profª. Esp. Maria das Dôres Medeiros, cujo texto transformou-se no livro que ora é levado ao público através do auspício do Programa BNB de Cultura, tendo o BNDES e o Governo Federal como parceiros.
A principal temática do livro é o cotidiano e a vida privada de duas fazendas situadas, nos dias hodiernos, na zona rural do município de Carnaúba dos Dantas, no período que vai de 1870 a 1940. Lugares esses denominados de Carnaúba na documentação oficial e que, no dia-a-dia, eram reconhecidos pelo nome dos seus proprietários: Antonio de Azevêdo ou Cabrinha de Azevêdo. Estou falando das fazendas dos Azevêdo, cujas edificações principais ainda encontram-se parcialmente de pé no solo do sítio Carnaúba de Baixo, resistindo à acidez do tempo como monumentos históricos da vida rural no sertão do Seridó.
Nas páginas do livro o leitor não encontrará apenas nomes de coronéis, grandes proprietários de terra e patriarcas. Verá homens e mulheres que praticavam seus ritos do cotidiano nas fazendas do vale do rio Carnaúba e de cujas memórias a pesquisa da professora Maria da Paz se nutriu. Homens ordinários, utilizando a formulação do filósofo Michel de Certeau, cuja problematização a autora deslinda em seu livro ao indagar-se como as pessoas comuns passavam o tempo, como estruturavam sua vida econômica e social, de que maneira se relacionavam entre si e, ainda mais, quais estratégias usavam para viver e sobreviver no cotidiano. A obra, fruto de uma rigorosa pesquisa histórica, metodologicamente fundamentada na História Cultural e na História do Cotidiano, está dividida em três capítulos, que acompanham a construção do raciocínio lógico da autora acerca da temática da vida no mundo rural de Carnaúba dos Dantas.
No primeiro capítulo é examinado o processo de ocupação e colonização da Ribeira do Seridó, no contexto da interiorização da pecuária promovida após a expulsão dos holandeses (1654), movimento que culminou com os episódios conflitantes das Guerras dos Bárbaros (1683-1725). Após os combates contra os tapuias sublevados, fazendas de criar gado foram erguidas pelos colonizadores portugueses e luso-brasílicos nos terraços fluviais das diversas ribeiras que lançam suas águas no rio Seridó, onde foi aproveitada mão-de-obra escrava de procedência indígena e negra. No vale do rio Carnaúba a situação não foi diferente, havendo evidências de ocupação desse território a partir do começo do século XVIII, com as ocupações de Luís Quaresma Dourado, Brás Ferreira Maciel e Caetano Dantas Corrêa. Este último, além de utilizar os pastos do vale para o criatório, povoou o riacho Carnaúba com fazendas de gado que foram habitadas por quatro de seus filhos: Caetano (2º), Simplício, Silvestre e Alexandre. A fazenda Carnaúba, que pertenceu ao segundo Caetano Dantas, foi sendo sucessivamente retalhada entre seus descendentes, vindo a originar, em meados do século XIX, os núcleos de criação de gado habitados por Antonio de Azevêdo e Cabrinha de Azevêdo.
A casa de fazenda é a temática do segundo capítulo do livro, que explora a forma como os moradores do sertão do Seridó erguiam seus lugares de moradia – a princípio utilizando a taipa e, a partir de meados do século XIX, valendo-se da alvenaria. Esse processo é bastante evidente observando-se a fazenda de Antonio de Azevêdo, cuja casa de moradia era, inicialmente, de taipa, tendo sido feita uma puxada de tijolos na segunda metade do século XIX, na época do seu casamento. Tanto na casa da fazenda de Antonio de Azevêdo quanto na de seu primo Cabrinha de Azevêdo são analisados o processo de construção dessas residências e de montagem dos seus cômodos, bem como as funcionalidades que cada espaço doméstico. Nessa parte do livro o leitor terá a oportunidade de adentrar pela casa da fazenda e conhecer a sala, a camarinha, a cozinha, o alpendre e outros lugares onde se praticavam as artes de fazer, no dizer de Michel de Certeau.
O último capítulo do livro discute como os homens e mulheres das fazendas dos Azevêdo viviam no seu dia-a-dia e experienciavam a sua privacidade. O nascimento das crianças, o cuidado com os recém-nascidos, as cerimônias de batizado; os primeiros rudimentos de formação religiosa e o ritual da Primeira Eucaristia; os flertes, as paqueras, os namoros e a preparação para o casamento; as agonias do último momento, a extrema unção e a morte. Esses flashes do cotidiano, que marcam ritos de passagem na vida dos indivíduos, são abordados na parte final do livro, oportunidade em que o leitor terá condições de achegar-se à intimidade daqueles que passaram seus momentos de vida e de morte nas fazendas dos Azevêdo.
A obra da professora Maria da Paz é um convite para se conhecer o passado da vida rural de Carnaúba dos Dantas, personificado nas histórias cotidianas de homens e mulheres que nasceram, viveram e morreram nesse espaço. Histórias das fazendas dos Azevêdo: cotidiano e vida privada (Carnaúba dos Dantas, séculos XIX e XX) é um livro que brinda os carnaubenses com fragmentos de sua história, retratados por uma historiadora de inestimável valor para todos nós. Merece, portanto, ser lido, difundido por pessoas de todas as idades. E, ademais, colocado à disposição de professores e alunos, para que não se pense, nos estabelecimentos escolares, que o ensino de História ainda é pautado nos grandes fatos, nos grandes homens, nas grandes histórias.É a própria autora do livro, parafraseando Machado de Assis, quem nos diz que é válido, também, olhar as coisas miúdas, aquelas que escapam à primeira vista: o cotidiano, a privacidade, a intimidade, aquilo que se esconde por trás do manto obscuro da história oficial. Bom, o convite já foi feito! Resta, agora, se embrenhar pelas fazendas dos Azevêdo e (re)descobrir suas histórias!
Helder Alexandre Medeiros de Macedo
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Sobre a autora:
Maria da Paz Medeiros Dantas nasceu em Carnaúba dos Dantas/RN. É graduada em Estudos Sociais e História ( licenciatura ) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte ( UFRN ), Campus de Currais Novos e Caicó, respectivamente. Especialista em História do Nordeste pela UFRN, onde sob a orientação da profª Maria das Dôres Medeiros realizou estudo e defendeu a monografia intitulada "Desvendando o viver nas Fazendas dos Azevêdo - Carnaúba dos Dantas - 1870/1940". Professora das redes públicas de ensino do Estado do Rio Grande do Norte ( atualmente aposentada ) e do município de Carnaúba dos Dantas. Apaixonada pelos estudos desde criança, enfrentou-os com perseverança e por incentivo dos seus pais, que não mediam esforços para que as filhas tivessem uma melhor formação escolar.

domingo, 6 de novembro de 2011

Convite lançamento do livro: Histórias das fazendas dos Azevêdo: cotidiano e vida privada ( Carnaúba dos Dantas, séculos XIX e XX


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Sobre a autora:
Maria da Paz Medeiros Dantas nasceu em Carnaúba dos Dantas/RN. É graduada em Estudos Sociais e História ( licenciatura ) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte ( UFRN ), Campus de Currais Novos e Caicó, respectivamente. Especialista em História do Nordeste pela UFRN, onde sob a orientação da profª Maria das Dôres Medeiros realizou estudo e defendeu a monografia intitulada "Desvendando o viver nas Fazendas dos Azevêdo - Carnaúba dos Dantas - 1870/1940". Professora das redes públicas de ensino do Estado do Rio Grande do Norte ( atualmente aposentada ) e do município de Carnaúba dos Dantas. Apaixonada pelos estudos desde criança, enfrentou-os com perseverança e por incentivo dos seus pais, que não mediam esforços para que as filhas tivessem uma melhor formação escolar.

sábado, 5 de novembro de 2011

Alunos carnaubenses promovem debates sobre a importância da comunicação.

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Alunos carnaubenses que estão iniciando o curso de Pedagogia pela UVA (Universidade do Vale do Acaraú) promoveram na noite desta sexta (04) um debate e entrevistas com personalidade e  profissionais do município sobre A  IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE SUAS FUNÇÕES.
A aula foi apresentada pela professora Carmem Cilene (Jardim do Seridó/RN) que teve como objetivo: TRAZER PARA DISCURSÃO A EXPERIÊNCIA EM LEITURA  E ESCRITA DE ALGUNS PROFISSIONAIS  DO MUNICÍPIO PARA RECONHECIMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E DEMAIS ASPECTOS NO DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO DESSE PROFISSIONAL NO SEU DIA A DIA.
Foram convidados para formar a mesa de entrevistas e debates os seguintes senhores e senhoras: O  advogado Eloi Luís, o edil Marcos Antônio Dantas, a empresária e missionária Patrícia Dantas, o empresário e promotor de eventos Araidson Simões,  a professora Desterro e blogueiro Totinha.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

CURRAIS NOVOS: IFRN REALIZA PALESTRA COM PAIS DE ALUNOS PARA DEFINIR CALENDÁRIO ESCOLAR

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O IFRN da cidade de Currais Novos/RN realizou na tarde do dia (03) uma palestra com a diretoria da entidade e pais de alunos da escola para definir o Calendário Escolar  do ano de 2011/2012 .

Principal objetivo da palestra era falar sobre o tempo em que a entidade ficou sem algumas das suas funções (principalmente as aulas) praticamente  parada por causa do movimento grevista dos servidores e  que visava discutir o calendário escolar dos dois períodos restantes do ano de 2011 e principalmente a preocupação com as turmas do 4º ano que  poderia se prejudicar já que muitos deles (alunos) provavelmente ingressarão  nas faculdades.

Ficou determinado uma comissão formada por  representantes dos professores, de alunos, pais de alunos e pedagogos para marcarem uma nova reunião e discutir a melhor forma de de cumprir o restante do ano de 2011 e  iniciar o novo calendário de 2012.
imageFoto: Professora do IFRN falando sobre o período em que estavam em greve

terça-feira, 1 de novembro de 2011

PROGRAMA DE INICIAÇÃO TECNOLÓGICA E CIDADANIA - ProITEC – 2011 – RESULTADO FINAL – APROVADOS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
EDITAL Nº. 06/2011-PROEN/IFRN

Carnaubenses aprovados em Currais Novos/RN

Currais Novos Alimentos Matutino JOSE ANTONIO REGIS DANTAS 17 56
Currais Novos Alimentos Matutino MARIA WILMA DA SILVA DANTAS DE MEDEIROS 13 57 
Currais Novos Alimentos Vespertino ALESSANDRA RAQUEL DANTAS 11 57
Currais Novos Alimentos Vespertino ELYSONARA DE MEDEIROS FÉLIX 17 53
Currais Novos Alimentos Vespertino FRANCISCO JORDAN DIAS DE ASSIS 5 61
Currais Novos Alimentos Vespertino JÉSSICA GABRIELE SILVA LINO 4 62
Currais Novos Alimentos Vespertino MARIA LUIZA DANTAS DA SILVA 3 64 
Currais Novos Informática Matutino LUZIA AMANAYARA ARAUJO DOS SANTOS 20 58
Currais Novos Informática Matutino RAFAEL GARCIA DANTAS 4 68
fonte:IFRN


O Blog do Totinha Humildade Sempre parabeniza os alunos carnaubenses aprovados no IFRN para o ano de 2012 na cidade de Currais Novos e em especial os professores e professoras do Instituto Municipal João Candido Filho e da Escola Estadual João Henrique Dantas que não mediram esforços na luta para que este objetivo fosse alcançado.

A História não deve ser valhacouto de torturadores. Comissão Nacional da Verdade, imperativo da própria nação.

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Agassiz Almeida, entre as personalidades históricas que resistiram à Ditadura Militar, depõe no Núcleo de Direitos Humanos da UFPB 

De acordo com projeto nacional de preservação da Memória Histórica do país, articulado por entidades e instituições públicas, como a Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, a Associação Brasileira de Imprensa, ABI, núcleos de direitos humanos de universidades, do Ministério Público, centros de defesa dos direitos do cidadão, entre os quais o “Grupo Tortura Nunca Mais,” está ouvindo depoimentos de familiares ou deles próprios, de personalidades que foram atingidas pela Ditadura Militar de 64 e a ela resistiram.

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Aula inaugural do Projeto de parceria IF Campus Currais e o município de Carnaúba dos Dantas

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